Campo de Manati

Início da produção:

2007

45%

DE PARTICIPAÇÃO MAJORITÁRIA*

Destaque

NO CENÁRIO NACIONAL

CARACTERÍSTICAS:

Infraestrutura própria de produção e aumentos contratuais de preço que suportam operações de alta margem.

Manati, um marco de nosso pioneirismo

 

Descoberto em 2000 e com a produção iniciada em 2007, Manati é um dos maiores campos de gás natural não associado em produção no Brasil. Localizado na Bacia de Camamu, no litoral do estado da Bahia, o Campo de Manati* é um marco em nossa história pois foi descoberto pelo primeiro poço perfurado por um consórcio com a nossa participação. Situado no Bloco BCAM-40, detemos 45% de participação* nessa concessão, na qual já investimos mais de U$400 milhões em seu desenvolvimento.

 

Como é a produção e comercialização do gás de Manati

 

Os poços de Manati são interligados por linhas submarinas à plataforma PMNT-1, uma unidade fixa de produção instalada em uma profundidade de lâmina d’água de 35 m, situada a 10 km da costa. A partir dela, o gás flui por um gasoduto de 24” de diâmetro e 36 km de extensão até a Estação de Compressão (SCOMP), onde o gás é comprimido e percorre mais 89 km até a estação de processamento (EVF). Após processado, o produto é vendido à Petrobras, que o utiliza para abastecer suas instalações (refinaria, termelétrica e fábrica de fertilizantes de nitrogênio), ou revendido à Bahiagás. Além de gás, o Campo de Manati também produz o condensado.

 

 

 

*O fluxo de caixa referente ao Campo de Manati permanecerá com a Enauta até 31 de dezembro de 2020 em razão da venda dos 45% de participação. Clique aqui e confira o Fato Relevante divulgado ao mercado.

 

 

Características:

Infraestrutura própria de produção e aumentos contratuais de preço que suportam operações de alta margem; 
Geração estável de caixa; 
Contrato para venda de toda a reserva com cláusula take-or-pay; 
Reservas 2P – 13,6 milhões boe*; 
As reservas 1P, 2P e 3P de gás natural do Campo de Manati estão estimadas em 4,01 bilhões de m³, 4,81 bilhões de m³ e 5,72 bilhões de m³ líquidas para a Enauta*; 

 

 

*Reservas certificadas pela Gaffney, Cline & Associates em 31 de dezembro de 2019.